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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Que apaga as trevas, mar adentro…

... qual homem, como qualquer que respira…

27.10.22 | Armindo Mendes | comentar
Só porque a arte dos sons tem timbres tantos. Saborear sem pressas, à bolina de acordes gourmet de guitarra, cordas em flor, à beira rio, nos dias cinzentos, de meia luz… Das chuvas que choram nos prados, nas folhas de outono que (...)

Postigo sou

Sonhei tudo, sem nada

22.08.22 | Armindo Mendes | comentar
Sempre fui sonhador, devaneios almejar Sonhei tudo, sem nada, com dor ousei Corri, caí, ergui, quedei, chorei, a fraquejar A meia-luz, refúgio, postigo sou, eu sei!

Ecos e sombras

10.12.21 | Armindo Mendes | comentar
Às vezes gosto de escrever sobre ecos e sombras! Coisas estranhas neste tempo que sou! Numa torre altaneira imagino a olhar-me nos olhos turvados e a navegar entre brados Na insónia sonho o que sonhei ontem para os amanhãs, hoje pretéritos E crer no retorno das ondas salgadas ao areal, de cabelos grisalhos à nortada

Diva de quimeras

Deusa da noite és

19.11.21 | Armindo Mendes | comentar
  Lua minha, voltaste! Bela és, neste céu escuro. És ponto de luz, que procuro! Auréola celeste em mim realizaste.   Lua, deusa da noite és! Presença maior no Cosmos de tantos. Dos contentamentos ou de prantos Estrelas confessam aos (...)

É para lá que os mortais miram

27.09.21 | Armindo Mendes | comentar
... o transcendente esconde-se no trivial, mas é para lá que os mortais miram, chamados por quem chama, num exercício algures entre a crença no subliminar e a casca de noz em que, à bolina, vamos por águas aquém do Bojador, por oceanos (...)