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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Pontos de amarelo ouro

Sugando cada grão, sem pressa!

23.04.22 | Armindo Mendes | comentar
Hoje fui abelha ali, molhado, na flor branca quase neve… Com volúpia, suguei todo o seu rico alimento. Ousei ficar mais feliz, sobre aquela pétala breve… Com graça ei-de voltar para saborear o doce momento!   Visitei aquele encanto, (...)

Riacho que desconfia do fim

Em breve limbo de açucenas

17.03.22 | Armindo Mendes | comentar
Ao espelho fosco sou letargia Olhos escuros, húmidos, parados Brechas despidas de fantasia Pensares por ora estagnados   Expressão frívola, sem luz, sim No cantinho do costume Riacho que desconfia do fim À corrente do queixume   Que (...)

Muros de dourado xisto!

26.02.22 | Armindo Mendes | comentar
Que delícia, querer muito deter o tempo, profundo… Aguarela do iluminismo, com cheiro e tudo! Pintar este cantinho do mundo… Sei não poder, mas esforço-me, sem dor alguma, contudo!   Sôfrego, por agarrá-lo! Tonto, meto a cabeça (...)

Prenúncio da Primavera

07.02.22 | Armindo Mendes | comentar
Chamaram-lhe “Trilho dos Castanheiros”, em Amarante, na margem esquerda do Tâmega – vários quilómetros de deleite para os sentidos (paisagens lindas, para os olhos, o tagarelar polifónico da passarada e o borbulhar nos açudes, para (...)