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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Riacho que desconfia do fim

Em breve limbo de açucenas

17.03.22 | Armindo Mendes | comentar
Ao espelho fosco sou letargia Olhos escuros, húmidos, parados Brechas despidas de fantasia Pensares por ora estagnados   Expressão frívola, sem luz, sim No cantinho do costume Riacho que desconfia do fim À corrente do queixume   Que (...)

Alegria é mentira a rebate

13.12.21 | Armindo Mendes | comentar
Alegria é saboroso? Alegria é estar em graça! Alegria é deleitar-se com gozo Alegria é rir sem graça na praça!   Alegria é um pavão colorido Alegria é um peixe de coral Alegria e um prado florido Alegria é canto de pardal   Al (...)

Quase verdade!

15.11.21 | Armindo Mendes | comentar
Quase noite neste bosque agridoce … Troncos de árvores são formas escuras. A lua já se ergueu, no seu despertar precoce… O sol levou do dia curto, as agruras.     Carvalhos assustadores, nada sublimes… Formas fantasmagóricas nas (...)

Fugas!

07.10.21 | Armindo Mendes | comentar
Fugas são caminhos estreitos Fugas são labirintos sem fim Fugas são dores nos peitos Fugas são corações assim.   Fugas são memórias Fugas são palpitações Fugas são histórias Fugas são turbilhões.   Fugas são rodopios Fugas (...)

O moinho aconchega a sorte

28.09.21 | Armindo Mendes | comentar
O moinho está sempre ali, no bosque vendo as águas que passam. Por entre as mós que rodam há tempos imemoriais, escuta as queixas Esmaga o trigo, sim, e ouve as torrentes de angústias que no peito de outrem falam E ele é paciente, sabe (...)