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Marca d'Água

Marca d'Água

02
Mai24

Sítios mágicos... num “manto imenso de água"

Barragem de Vilarinho das Furnas, de um azul quase profundo...


Barragem de Vilarinho das Furnas.jpg

Como diz a canção de Paulo Gonzo, “…de olhos bem abertos, percorro a paisagem e guardo o que vejo, para sempre, numa clara imagem…”.

Barragem de Vilarinho das Furnas03.jpg

Sim, aqui, neste sítio mágico, uma bênção, um espelho de água, ora de um azul profundo, ora quase turquesa cintilante, estende-se por muitos hectares, rodeado pelas montanhas do Parque Nacional Peneda-Gerês, onde nos sentimos pequenos...

Barragem de Vilarinho das Furnas04.jpg

Barragem de Vilarinho das Furnas05.jpg

Vilarinho das Furnas, no concelho de Terras de Bouro, foi uma aldeia que acabou submersa, em 1971, com a construção da barragem/albufeira que adotou o seu nome…

Barragem de Vilarinho das Furnas02.jpg

Hoje, é um dos recantos mais bonitos de Portugal, um sítio mais entre outros pedaços de paraíso que ainda podemos encontrar naquelas vastas serranias do parque nacional, entrecruzadas com a água fresca de rios e ribeiras do Vale do Cávado…

Barragem de Vilarinho das Furnas06.jpg

De câmara fotográfica apontada à paisagem, visitar aquele quinhão tão belo é sempre um prazer que se renova a cada regresso pautado pela vontade de inspirar os ares profundos, cristalinos, que bafejam aquelas latitudes, num sossego que nos acaricia a alma, olhando, como diz a canção, “um manto imenso de água… de um azul quase profundo… um sopro de ar”... do lado de cá da serra...

Barragem de Vilarinho das Furnas07.jpg

 

15
Abr24

Barca encolhida, contra a corrente, de tons dourados, como o nome do rio…

Desfrutar, quase em silêncio, por favor, a pedido do guia!


Douro Internacional passeio de Barco Mianda do Dou

Por aquelas bandas de Miranda, o Douro é esguio, curvilíneo, para rasgar o maciço granítico, empreitada de milhões de anos, esventrando no seu trilho encostas imponentes para onde olhamos com espanto… percebendo a nossa pequeneza…

Douro Internacional passeio de Barco Mianda do Dou

E a "barca" passa quase encolhida, navegando pachorrenta, contra a corrente da "modernidade", em águas de tons dourados, que dão o nome ao rio…

É reserva natural, parque para cientistas trabalhar e para turistas desfrutar, com respeito, quase em silêncio, por favor, a pedido do guia!

Paseio MIrande do Douro 2024.jpg

Fauna e flora abundam e são ricas, bem visíveis num passeio de barco com sotaque castelhano, olhando o leito que une dois países, imaginando o plâncton à superfície, vendo as paredes graníticas das margens, quase verticais, com tantas plantas autóctones, quedas de água e ninhos de águias reais!

E, mirando arriba, o céu azul com farrapinhos de nuvens brancas, para, com alguma sorte, admirar as aves de rapina, planando em círculos, com elegância, que abundam por terras de Miranda e ouvir a passarada de abril, quando regressamos a Miranda, com a sua catedral, no topo do penhasco!!!

Douro Internacional passeio de Barco Mianda do Dou

 

 

15
Abr24

Milhões de pigmentos nesta bela sinfonia!

Onde o Douro maior ondula entre maciços de papoilas


Douro Internacional passeio de Barco Mianda do Dou

Com tudo o que encerra, a Primavera, que bem-vinda sejas, proporcionas momentos assim, adocicados com lindas papoilas ao vento de abril, uma singeleza que não queremos incomodar, mas que nos convida a sentar-nos no prado, entre flores silvestres e muito verde…

Uma paisagem maravilhosa, onde o Douro maior, o mais musical dos rios, ondula entre os maciços rochosos transfronteiriços… há milhões de anos, quando não havia países, onde um dia já houve mar!

Que quadro tão belo que a Natureza nos oferece, mais um em que nos sentimos gratos por estarmos ali, dela desfrutando ao miradouro, num silêncio profundo, que queremos ouvir com alma, só acordados pelas águias reais ou pelos grifos que patrulham os céus de Miranda, em belos bailados!

Miranda do Douro papoila.jpg

Uma Criação em maiúsculas que sorri, enquanto os nossos sentidos, em orquestra, se esforçam para absorverem cada aragem que nos cobre o rosto, cada cheiro, cada um dos milhões de pigmentos de cor que formam esta bela sinfonia, em forma de papoila!

 

04
Abr24

Pormenores da "velha", na Estrela maior

Na mais alta de Portugal, olhando o horizonte


Pormenores Serra da Estrela.jpg

Ao subirmos a serra de carro, nas curvas e contracurvas das terras do Mondego, despontam caprichos da natureza como este, que ganham formas curiosas, para turista ver e tirar retratos digitais!

E nós, olhado a rocha, logo comparámos com silhuetas humanas, neste caso, diz-se por lá, a “cara de uma velha”, olhando o horizonte…

03
Abr24

Há "pinturas" assim, nas atlântidas lindas...

Lagoa do Fogo, a cada regresso, às ilhas do amores...


Lagoa do Fogo Sãi MIguel.jpg

A cada regresso à Lagoa do Fogo, ainda que virtual, o mesmo espanto, o mesmo misticismo, de neblinas, de murmúrios, a mesma sensação de estarmos num local imenso, com cheiro a verde por todo o horizonte, para onde estendemos os braços trémulos…

E onde, subindo até ao topo da montanha, cada travo ventoso é mais açucarado do que o ananás da ilha…

É um sítio único… Onde a água desce da encosta até à lagoa como o papel prateado de uma fotografia impressa com uma pintura a carvão colorido… Um retrato que só o Criador ousou conceber… para capa de um álbum de recordações das “minhas” ilhas dos amores, para revisitar sempre que apetecer...

08
Mar24

Florzinhas que, como as ninfas, adocicam a alma

Fragrância a lavanda, como feitiço de Mulher…


campo de lavanda 1.jpg

Campos fora, na meseta, são pigmentações, texturas, mas, sobretudo, a fragrância a lavanda, como feitiço de Mulher…

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São prados floridos tão imensos que nos enfeitiçam ao pôr do sol, onde caminhamos vestidos de branco, para não perturbarmos a atmosfera cinemática…

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Onde, pequeninos, soçobramos com tanta beleza junta… que as palavras são frugais para dela falarem… 

campos de Lavanda 4.jpg

Deixando os cabelos delas serem ainda mais belos, ao vento, até dançando, rodando os vestidos bordados… delas, das Mulheres, nossas deusas, e das florzinhas que, como as ninfas, adocicam o olfato, por esses momentos, o soberano e o mais privilegiado dos sentidos da vida!

É tão bom recordar, neste Dia da Mulher!

27
Fev24

Força maior que a inteligência não alcança!

Simplesmente, respirando, em paz!


Fridão paisagem rio Tâmega.jpg

Subir a encosta para ver mais do alto, lá ao fundo, o rio Tâmega, que vai escrevendo no sobrado da serra aqueles poemas resinosos, aromas a pinho, sons fluviais, palatos a medronhos, sob a forma de vigor que nos molha as mãos enrugadas!

São elas que levamos ao rosto, para nos refrescarmos na caminhada da vida, de tantos suores e lágrimas, ou até, feridas por cicatrizar!

Baloiço do Tâmega.jpg

E lá, no baloiço do Tâmega, no vai e volta suspensos nas cordas do destino, retemperamos vontades de irmos para além da nossa força!

Como um pêndulo, por energia maior que a nossa inteligência não entende, nos impele à procura de nos satisfazermos, ora mais, ora menos, nem que seja, à espera do ocaso da jornada, ali, no penhasco, simplesmente, respirando, em paz, para cá do Marão!

25
Fev24

“Tesouros” de Portugal

Parque Nacional Peneda-Gerês


Castro Laboreiro Geres02.jpg

Nestas paisagens da Serra da Peneda, não longe de Castro Laboreiro, o ar é mais fresco e os olhares, lá nas alturas, perdem-se nas paisagens imensas, além da Galiza, montanha atrás de montanha, com tanto para saborear.

Sentado num enorme penedo de granito, cabelo ao vento, deixe-se que o sol tímido de inverno, entre neblina, alivie do frio este rosto.

Castro Laboreiro Geres03.jpg

O agasalho castanho cobre o pescoço, mas o vento gélido, lá do norte profundo, encolhe-nos, quase manda embora, à procura de uma lareira e uma alheira assada, o que se aceita!

Castro Laboreiro Geres.jpg

Porque, quando a Primavera chegar, é certo o regresso àquele fragmento de mundo, para cheirar as mimosas, ouvir os grilos e caminhar cascalho acima até ao castelo, que fica longe, mas tão perto da vontade de revisitá-lo, porque lá tem-se um peito maior para inspirar tanta natureza e ver o rebanho de cabras guardado, no vale, pelo cão castro laboreiro! 

Lindo!

 

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