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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

26.04.14

Game of Thrones, uma série de culto – IV temporada já em exibição

Armindo Mendes

Depois de alguns meses de espera, recomeçou a série televisiva “Games of Thrones”, agora na quarta temporada.

Alguns dizem ser uma série de “culto”. Eu subscrevo.

Trata-se de um estilo que aprecio imenso, por vários aspetos. O primeiro tem a ver com a qualidade geral ao nível da realização e da representação. A fotografia é soberba, os cenários refinadíssimos e o áudio imponente. Sugiro, por isso, o uso de equipamentos de imagem e de som de boa qualidade, se possível de alta definição. Se o fizer, o espetáculo estará assegurado!!!

Acresce o enredo de cenas passadas num território imaginário algures na idade-média, de lutas pelo poder e pela riqueza, em que não faltam as traições as estratégias maquiavélicas e arrepiantes e ambições desmedidas, fazendo lembrar o que se passa nos corredores do poder do nosso tempo.

Para quem nunca viu e gosta de séries cheias de ação, com um argumento refinado de uma superprodução ao estilo épico, recomendo vivamente.

 

25.04.14

Abril é o mês da minha mãe, que já partiu

Armindo Mendes

Abril é o mês da "Revolução dos Cravos", mas também é o mês do aniversário de duas pessoas que amo muito: o meu filho e a minha mãe. Ele está lindo e acabou de entrar na adolescência, mas quem um dia me trouxe ao mundo já partiu, deixando no meu coração uma tremenda saudade, mas a imagem de um enorme sorriso, o seu, que era tão belo.

Mãe, querida, são  tantas as vezes em que me  apetece ouvir a tua música, os teus tangos, as tuas valsas, que ambos dançámos na minha sala. Eu sem jeito algum, tu com a subtileza de movimentos. 'La Comparsita' era o teu tango preferido, recordo bem.

Recordo o teu olhar no meu, a luz da tua expressão e os teus afagos de mãe, sempre sorridente. Eras a alegria da casa, sempre.

Como foi bom observar quando, com uma enorme ternura, deste colo ao teu neto, meu filho, ainda bebé. 

Estivemos e sofremos juntos quando o pai partiu, levado pela doença. Mas lutaste tanto nesses tempos difíceis em que tu e eu, ainda tão jovem e assustado, fomos lutar juntos pelo direito a sermos felizes de novo. 

Mas uma doença estúpida e injusta levou-te também. E eu fiquei com um vazio no meu peito, que jamais será apagado, mas feliz por ter tido a sorte de ser filho de um pai e uma mãe tão lutadores.

Foste uma mãe maravilhosa e sê-lo-ás sempre projetada no meu coração!

Obrigado por tudo, mãe querida.