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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

23.12.10

Homem veste-se de Pai Natal há 13 anos e percorre as ruas distribuindo guloseimas

Armindo Mendes

 

 

Há 13 anos seguidos que Joaquim Pinto se veste de Pai Natal, deixa crescer a barba branca e percorre Lousada a distribuir guloseimas pelas crianças. Joaquim Pinto é visto por estes dias nas estradas do concelho no seu carro engalanado com arranjos natalícios e puxado por um pónei.
Em cada lugar onde chega ouvem-se as músicas de Natal reproduzidas num pequeno aparelho que traz escondido no seu carro. Esperam-no crianças ansiosas e adultos que já o conhecem de outros anos.
À Lusa, este militar da GNR, já reformado, disse que gosta de ser Pai Natal por estes dias por saber a alegria que provoca nos mais novos. “Transmito alegria às crianças. É isso que me faz feliz”, afirmou, já rodeado por dezenas de crianças.

 

Texto completo em:

http://www.tamegaonline.info/v2/?sstate=1

 

 

22.12.10

Contrariar os maus agoiros

Armindo Mendes

Estamos a chegar ao fim de 2010, um ano que há-de ficar na memória de muitos como um dos mais exigentes de sempre, sob ponto de vista profissional.

Um ano em que, dia após dia, enfrentámos quase todos dificuldades acrescidas para levarmos a porto seguro os nossos projetos.

Apesar da malfadada crise e das dificuldades que ela trouxe a muitos de nós, tem sido possível encontrar respostas determinadas.

Valha-nos isto. Valha-nos a determinação para continuarmos a lutar por aquilo em que acreditamos, pelos nossos desígnios, por mais que esses impliquem sacrifícios até no plano pessoal.

Chagados aqui, olhando um futuro próximo que se adivinha cheio de incerteza, há que manter a mesma atitude, de olhos bem abertos e espírito positivo, porque só assim estaremos todos preparados para tornear os obstáculos, por mais duros que eles sejam.

Por estes dias, desejo a todos um Natal de 2010 muito feliz passado, se possível, junto dos que mais amamos, também com os votos a todos os amigos de que 2011 seja tão bom quanto o possível, contrariando os maus agoiros que ouvimos todos os dias.

21.12.10

Felgueiras: Arrelvamento do campo do Estádio Dr. Machado de Matos arranca em Janeiro

Armindo Mendes

As obras de arrelvamento do campo de jogos do Estádio Dr. Machado de Matos, em Felgueiras, vão iniciar-se no dia 03 de Janeiro, revelou hoje à Lusa o vereador do Desporto da autarquia local.

“Esta é uma boa notícia para todos os felgueirenses, sobretudo para os jovens do concelho que praticam futebol”, afirmou Eduardo Teixeira.

O anúncio desta medida põe cobro a uma polémica no concelho, que começou no anterior mandato, em 2006, quando a então presidente da câmara, Fátima Felgueiras, contra a vontade de toda a oposição, decidiu retirar a relva do campo com o argumento de que era demasiado dispendiosa.

Desde então, o estádio municipal passou a funcionar com um campo em terra batida, tendo sido um dos temas centrais da campanha eleitoral para as autárquicas de 2009, com as forças da oposição a prometerem arrelvar o campo se ganhassem as eleições.

“Esta intervenção, que estará concluída na Primavera de 2011, vem reparar um erro do passado que foi a destruição do estádio quando decidiram retirar a relva”, vincou Eduardo Teixeira.

 

Notícia completa em:

 

http://www.tamegaonline.info/v2/?sstate=1

20.12.10

Onde pára o Natal em Felgueiras?

Armindo Mendes

Câmara de FLG não mandou embelezar as ruas para poupar, mas os comerciantes dizem que assim as coisas ficam ainda mais difíceis

 

A inaudita decisão da Câmara de Felgueiras de não colocar iluminação de Natal nas ruas das duas cidades do concelho tem causado grande insatisfação nos comerciantes e nos felgueirenses em geral, que assim se viram privados do embelezamento das artérias citadinas característico desta quadra.

Obviamente são os comerciantes os mais lesados, porque sem a fantasia das luzes de natal haverá menos gente propensa a percorrer as ruas e a fazer compras.

Circulando em Felgueiras e na Lixa por estes dias fica-se com a ideia que não há Natal nestas paragens.

O povo, justamente pergunta: onde pára o Natal?

“É uma pobreza confrangedora”, comentava um comerciante de Felgueiras. E de facto esta escuridão acentua o clima de pessimismo que muitos lojistas teimam em combater no seu quotidiano.

Já se sabe que a câmara, invocando a conjuntura actual, justificará esta medida com a necessidade de conter despesas, um argumento que até é aceitável, mas que foi consubstanciado numa decisão que é um exagero completo.

Aceitar-se-ia, por certo, uma redução nas zonas embelezadas com as luzes natalícias, como ocorreu noutros concelhos próximos, mas nunca uma razia tão grande, deixando uma cidade na penumbra natalícia, que surpreende os forasteiros que por cá passam. Passou-se do 80 para o 8, como dirão alguns.

Acresce que os intuitos de poupança aludidos como justificação para tão grande escuridão contrastam de forma categórica com alguns sinais de um certo despesismo presente nos outdoors que vão pululando e desfigurando a paisagem felgueirense com mil e uma mensagens promocionais das medidas da actual gestão municipal.

Obviamente, ninguém de boa-fé pensará que esses outdoors são de graça…

Ora - concluir-se-á - parte desse dinheiro bem podia ser usado, por exemplo, nas ditas iluminações de Natal, essas sim potenciadoras de negócio para os nossos comerciantes que tantas dificuldades enfrentam.

Se a autarquia de Inácio Ribeiro, que por acaso até foi o anterior presidente da Associação Empresarial, tivesse analisado a questão desta maneira, com certeza os comerciantes das duas cidades estariam, no mínimo, com uma nova esperança neste Natal tão escuro.

19.12.10

Maioria PSD/CDS aprova imposto municipal (derrama) que penaliza empresas

Armindo Mendes

A maioria PSD na Câmara de Felgueiras aprovou o lançamento da derrama sobre as empresas do concelho.

Os quatro eleitos, liderados pelo presidente da Câmara, Inácio Ribeiro, decidiram assim que as empresas de Felgueiras vão ter de pagar ao município 1,5 por cento do lucro do IRC.

Aprovaram ainda que as empresas com uma faturação inferior a 150 mil euros serão submetidas a uma taxa de 1 por cento.

A maioria PSD sustenta a aplicação deste imposto com a necessidade do tecido empresarial do concelho ser “solidário” com “a política financeira” da autarquia.

A oposição, nomeadamente do PS e do MSP, votou contra a aplicação da derrama, criticando duramente esta decisão do executivo que vem penalizar as empresas do concelho, nomeadamente numa conjuntura económica tão difícil.

As duas forças da oposição criticam também o facto de o PSD ter defendido quando era oposição a não cobrança de derrama, tendo feito propaganda política com isso na campanha eleitoral, e agora, no poder, ter decidido cobrar esse imposto às empresas do concelho.

 

A oposição também critica o facto da maioria liderada por Inácio Ribeiro ter chumbado uma proposta do PS, apresenta pelo Vereador Eduardo Bragança, que previa a não cobrança aos felgueirenses de 5 por cento do IRS, conforme fazem vários concelhos.

Para Eduardo Bragança, esta postura da maioria demonstra que, ao contrário do discurso oficial, o PSD não manifestou interesse em ajudar as famílias do concelho, apesar de muitas dessas atravessarem dificuldades económicas.

 

(In Expresso de Felgueiras)

17.12.10

Felgueiras: Atrasos de 14 meses na abertura das piscinas de Barrosas podem gerar manifestação – presidente da junta

Armindo Mendes

O presidente da Junta de Idães, Felgueiras, revelou à Lusa que pode estar iminente uma manifestação popular de protesto pelo facto de as piscinas da vila de Barrosas, inauguradas há mais de um ano pela câmara, ainda estarem fechadas.

“É lamentável que 14 meses depois da inauguração, as piscinas continuem fechadas. A população, que tem sido obrigada a recorrer às piscinas de Vizela ou Lousada, está cansada de desculpas e a paciência está a esgotar-se”, considerou o autarca.

O equipamento, que custou cerca de dois milhões de euros, foi inaugurado por Fátima Felgueiras no final do anterior mandato, poucas semanas antes das eleições autárquicas, que foram ganhas pela coligação PSD/CDS.

No entanto, as piscinas não chegaram a abrir ao público, o que foi explicado pela nova gestão com o facto de as piscinas não estarem ainda dotadas de todos os equipamentos para o seu funcionamento.

Augusto Faria garante que a população da vila de Barrosas (terceiro pólo urbano do concelho de Felgueiras) está a preparar um abaixo-assinado exigindo à câmara uma data para a abertura das piscinas. Segundo o autarca, se essa reivindicação não for cumprida, a população está disposta a fazer uma manifestação pública de protesto.

Sobre a questão das piscinas, o PS de Felgueiras acusa a câmara local de maioria PSD/CDS de “incompetência e desleixo” por não ter saído capaz de abrir ao público o complexo de piscinas da vila de Barrosas que foi inaugurado em setembro de 2009.

“O que está a acontecer decorre da manifesta incapacidade de gestão e liderança, falta de visão estratégica e desleixo deste executivo municipal”, sustenta o PS local em comunicado enviado à agência Lusa.

04.12.10

Ilha das Flores, nos Açores

Armindo Mendes

 

A Ilha das Flores, nos Açores, será, porventura, a mais bonita de todo o arquipélago. Lá estive de férias este ano, no Verão passado.

Se tudo correr bem, hei-de lá voltar...

03.12.10

Tribunal de Contas critica prática recorrente e "pouco transparente" de recurso a consultores

Armindo Mendes

À atenção de uns quantos senhores...

 

Segundo o jornal Público, o estudo foi feito por amostragem e incidiu apenas no ano de 2007. O resultado foi publicado ontem pelo Tribunal de Contas, no relatório de auditoria às Despesas de Consultadoria das Entidades do Sector Empresarial do Estado: o Estado e o seu sector empresarial estão a fazer um recurso crescente às entidades de consultadoria externa em processos onde se verifica muito "pouca transparência".

 

 

 

02.12.10

Falta um desígnio estratégico a Felgueiras?

Armindo Mendes

Não obstante a crise que condiciona quase tudo, percebe-se em muitos municípios do Tâmega e Sousa que se trabalha no sentido de dar a volta ao pessimismo, procurando, com criatividade e perseverança, prosseguir projectos autárquicos de valia reconhecida e com retorno para os munícipes, traduzido em obras e realizações concretas que concorrem para o bem-estar da população.

Ao invés, observo, surpreso, uma apatia cada vez mais ilógica do nóvel poder que governa Felgueiras, sobretudo porque aquele, por ser o mais recente na região, devia evidenciar maior dinâmica, capitalizar maior capacidade de promover realizações que marcassem uma viragem face ao passado, que tão criticado era por quem hoje tem a mão na massa.

Recordo que houve no passado outras viragens políticas na região como a que ocorreu o ano passado em Felgueiras.

Quando as coisas viraram em Penafiel (PSD), Baião (PS), Marco (PSD) ou Paredes (PSD), por exemplo, foi uma autêntica avalancha de mudanças em vários domínios, com inegáveis ganhos.

Em Felgueiras, mais de um ano depois da viragem eleitoral que ditou um novo ciclo político no concelho, nada de verdadeiramente substantivo aconteceu, estando praticamente tudo na mesma, em baixo perfil dinâmico, se exceptuarmos a dança de cadeiras.

Onde estão as soluções para os problemas estruturais de um concelho como o nosso que, paradoxalmente, apesar de ser o que mais exporta, continua em termos mediáticos fechado numa redoma, alheio às dinâmicas da região, essas bem mais acutilantes em concelhos como Penafiel, Paços de Ferreira ou Paredes, que deviam constituir para os autarcas um referencial de capacidade?

Porque é que Felgueiras não entrou ainda na competição saudável que aqueles municípios, que até são do mesmo partido, trilham há vários anos? Lá, olhando os discursos, mas, sobretudo, os projectos concretos em diferentes domínios, percebe-se onde é que os autarcas querem chegar, guindando os respectivos concelhos para patamares maiores de desenvolvimento e os caminhos que pretendem trilhar para o conseguir. Fala-se em cidades tecnológicas, em áreas de acolhimento empresarial de última geração articuladas com as universidades, de planos de regeneração das zonas ribeirinhas, de incentivos à actividade económica com projectos inovadores, de visitas de membros do governo que anunciam obras...

E por cá? Pouco ou nada se passa e o que se vai anunciando com uma timidez confrangedora são coisas cuja escala estou habituado a ver ser realizado por juntas de freguesia de concelhos vizinhos, como aquelas de mudar umas quantas lâmpadas da iliminação pública ou oferecer mobiliário a instituições.  

No fundo, por cá, por muito que custe a muitos que, como eu, de alguma maneira contribuíram activamente para a mudança, continua a faltar uma ideia global do que se pretende para uma Felgueiras mais cosmopolita, mais afirmativa na região, mais amiga de uma dinâmica cultural e social que tão atrofiada se mantém.

Ainda não se conhece uma ideia uma meta clara, um projecto âncora, um desígnio estratégico, do que se pretende nos próximos anos.

O que se percebe, ouvindo os discursos dos actuais autarcas, é uma manifesta falta de visão de conjunto, mais preocupada com uma gestão de "linha curta" ou de "navegação à vista".

Na era da globalização, o tempo passa demasiado depressa e não se compadece com inseguranças, sobrancerias provincianas e avanços e recuos, que em última instância penalizam a planificação que se exige para a consolidação de mais e melhor futuro.

Mas estão muito enganados os senhores do poder que pensam que este sentimento não é digerido entre muitos felgueirenses, nomeadamente alguns que até ostentam o cartão laranja.

Mas deixemos esta nota para uma futura oportunidade.