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Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Marca d'Água

Apenas um olhar de Armindo Pereira Mendes

Tato, olhos sem brilho enxugar...

abraço de pai em rebento

31.10.22 | Armindo Mendes | comentar
Tato, poder alma de outrem afagar; Tato, dedilhar-lhe o coração; Tato, olhos sem brilho enxugar; Tato, abraço de pai em rebento filho; Tato, percorrer pele sem destino, volúpia; Tato, cama sôfrega ou dar a mão!

Até onde a chama houver...

... numa ode ao deleite dos sentidos...

31.10.22 | Armindo Mendes | comentar
... dos dedos agitados do guitarrista, da subtileza que afaga a harpa, da voz do tenor que se ergue para lá do comum-mortal, do requinte do xilofone ou do sopro de prata do trompetista transpiram ecos, como os gemidos do violino e os graves da (...)

Que apaga as trevas, mar adentro…

... qual homem, como qualquer que respira…

27.10.22 | Armindo Mendes | comentar
Só porque a arte dos sons tem timbres tantos. Saborear sem pressas, à bolina de acordes gourmet de guitarra, cordas em flor, à beira rio, nos dias cinzentos, de meia luz… Das chuvas que choram nos prados, nas folhas de outono que (...)

O pôr do sol citrino…

de tons dourados, um hino...

20.10.22 | Armindo Mendes | comentar
O fim de tarde chegou, com a pressa dos dias petizes. Segundo movimento da sinfonia: o pôr do sol, cor de citrino… Atrás das encumeadas, nuvens imitam amendoeiras felizes. Para ficarem mais sublimes, de tons dourados, um hino.